CAPÍTULO 9

O senhor Jhonson nos deu dois dias de folga após o enterro. Nenhum dos seus parentes estavam presentes, eles nunca tinham tempo para a pobre senhora, sempre estavam ocupados demais para visita-la, para ajudá-la  ou fazer qualquer coisa que fosse. Ali, parados ao lado do caixão negro lustroso estávamos apenas o pessoal da oficina, tecnicamente os mais íntimos. A frente, alguns vizinhos que simpatizavam com a doce senhorinha que adorava cuidar do seu próprio Jardim, independente do clima do dia.

A natureza sentiu sua perda. Era possível ver as ervas daninhas tomando conta do jardim antes impecavelmente colorido, rodeado de borboletas e abelhas, as trepadeiras abraçando as laterais da casa como se a qualquer momento fossem esmaga-la, estavam com saudades dela. A sensação era como se o sol não fosse se erguer novamente, não para aquelas plantas pelo menos, o luto seria eterno.

Marbos e Bille choravam descontroladamente. O senhor Jhonson ten

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