65.

(...)

—Conseguiu finalmente fugir desses malucos, menina!— Senti alguém batendo de leve em minha cabeça e Vicenzo tirar a mão do homem rapidamente, me virei e vi Salvatore.

—Não encosta na minha mulher!— Vicenzo falou sério e já emburrado.

—Oi Salvatore! — eu fui até ele e o abracei, ouvindo o grunhido de desagrado dos meus gêmeos, fui puxada por eles.

—Vai voltar para o Brasil, menina?— ele perguntou ignorando os dois

—Vou visitar minha família, e obrigada por ter regularizado minha situação de ilegal aqui na Itália, assim eu posso ir sossegada para o Brasil!— eu falei sorrindo

—Não precisa agradecer eu tenho alguns contatos!

—E me desculpe por sua boate, sabe eu tenho uns homens muito obsessivos que vivem atrás de mim!— Eu falei me divertindo com as caretas que eles faziam
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