Atirei no mafioso
Atirei no mafioso
Por: Ester Ávila
cap.1

__ Eu odeio você — falou saindo do escritório.

Eu sorri, seria uma boa disputa, mediremos forças e ver quem vence.

mariane.

Sou a filha mais velha dos ventini, não tenho culpa de ser diferente, meus pais me criaram assim e não me fizeram submissa, permitiram que fosse a festas, claro que muitas nas boates da família, mas liberaram, comecei a faculdade, estou cursando psicologia e enfim, faço muitas coisas que uma menina da máfia não fazia, 

__ Amiga já são 19 horas, não acha melhor ir? Sua irmã já perguntou de você várias vezes — falou Luisa.

__ Ai que saco, estou indo lá, minha mãe deve estar infartando — falei, beijei ela e os meninos e saí, ela é a única que sabe sobre nós, mas os meninos não.

Entrei em um táxi e segui para nosso bairro, quando cheguei dentro da minha casa todos me olhavam como se eu fosse louca.

__ Não senhor, ninguém fica na porta do meu quarto, saia daqui — falei.

__ Não sigo suas ordens, precisa de alguma coisa? — ele perguntou ignorando minha ordem, fui até a porta do quarto do meu pai e entrei sem bater, me arrependi, pois meus pais estavam dígamos que ocupados.

__ Porque tem um cão de guarda na minha porta e porque ele esta me seguindo em casa? — perguntei.

__ Ordens do seu noivo, não podemos fazer nada — meu pai falou e fiquei puta da vida, mas Luigi teria uma boa lição, voltei ao meu quarto e pus a menor camisola que eu tinha, o short era tão minusculo que o faria tremer, ele aprenderia que não pode comigo.

Sai do meu quarto e vi que o soldado no mesmo momento pegou seu telefone, ele iria ligar para o chefe tenho certeza, sentei na bancada da cozinha me sentindo vitoriosa e passou menos de dois minutos recebi uma ligação.

__ Droga — olhei para o soldado e xinguei.

— Fofoqueiro.

mariana: Como tem meu número?

maria: Que caralho de roupa está usando na frente do meu soldado? Sabe quem penalizarei? Só você e seu paizinho, não me faça voltar aí e arrastar você até meu porão, porque farei isso se precisar, fica sem ver nem a luz do dia, não testa a porra da minha paciência.

Ele falou e me perguntei se ele teria coragem, precisava traçar um plano e me livrar desse casamento.

mariana: Não confia no seu homem, estou dentro da minha casa, quer o quê? Que vista uma burca?

mario: Estava disposto a pensar a respeito da decisão de continuar na faculdade, mas já vi que não merece, ou me respeita, ou pagará, não fará nada que me faça desistir de casar e não andará sozinha mais.

Ele desligou, não acreditei que ele desligou na minha cara, ai que raiva, não tinha jeito, essa batalha ele ganhou, mas não a guerra.

Deitei para dormir, amanhã tenho prova e preciso convencer que posso ir, pensei em ligar e fazer a boa moça, mas meu orgulho não deixa, então enviei uma mensagem:

mariana: Por favor, preciso das aulas, meu sonho é me formar.

mario: Preciso de uma mulher e não era meu sonho casar, você não vai.

mariana: Eu transarei até com seu soldado se for preciso, mas eu vou.

Ameacei sabendo que eu nunca faria isso, ele não respondeu, mas era madrugada quando vi a porta ser aberta bruscamente.

Dois homens entraram arrastando o soldado, meus pais estavam atrás e o homem ajoelhado, eles não fariam isso, mas um deles disse para ele:

__ Olhe para ela, responsável pala sua morte, passaremos isso a sua esposa e filho — falando isso ele atirou na cabeça dele, seu olhar ficou cravado em mim e ele faleceu.

Não acredito que ele matou o homem, ai meu Deus, que tipo de monstro estou lidando?

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